21.01.2010 | 10:01:38 | postado por: Nadja Mariel
Tecnologia, Virtualização
Computação em Nuvem

Empresas de grande porte como IBM, Google e Microsoft tem investido pesados orçamentos com o objetivo de entender e explorar ao máximo a “onda” da Web 2.0, ou da Nuvem. Ao lado delas, centenas, talvez milhares de pequenas empresas e de empreendedores também tem buscado novas oportunidades neste “oceano azul” (1). Nos últimos dois posts cheguei a analisar algumas soluções inovadoras neste novo mundo. Mas, afinal, o que é este “novo mundo”? Ou, em outras palavras, o que este “novo mundo” tem de novo?

O que é?

Vamos começar pelo princípio. O que é a Nuvem? A Nuvem nada mais é do que um novo modelo computacional no qual nós, usuários, passamos a ter acesso a aplicações, dados e informações em qualquer lugar em que estejamos, usando qualquer tipo de dispositivo de acesso que esteja, de alguma forma, conectado na Internet.

Este modelo é fundamentalmente diferente do modelo que usamos atualmente. Hoje, se queremos ter acesso a nossas fotografias, precisamos ligar nosso computador e navegar até o diretório em que elas estão. Se queremos editar um texto, temos que abrir um editor de textos que está instalado em nossa máquina. Para preparar uma apresentação, usamos um software específico, que também está instalado em nossa máquina. Ou seja, de alguma forma temos controle sobre um determinado equipamento (usualmente nosso desktop ou notebook) e sobre algum software especializado (editor de textos, planilha, editor de fotografias digitais, etc).

No modelo da Nuvem, nós não temos a menor idéia de onde nossos dados e informações estão armazenados. Na maioria das vezes, não sabemos nem qual software estamos usando para editar um texto. Na prática, neste modelo, isso não interessa. O que importa é o que queremos fazer, o que pretendemos produzir. Daí dizermos que este novo modelo é “user centric”, centrado no usuário, ou seja, com o objetivo de atender a uma demanda de uma pessoa. Sem impor a ela que tenha um computador e um editor de textos para preparar e enviar uma carta.

Por que este novo modelo surgiu?

Na prática ele é resultado de uma série de fatores que vem se desenvolvendo nos últimos 10 anos. O principal deles, é claro, foi o crescimento do uso da Internet, principalmente devido ao aumento da qualidade e velocidade da banda larga. Ao mesmo tempo, inúmeros dispositivos começaram a ser criados e usados para acesso a Internet. Hoje, além dos computadores, usamos smartphones, consoles de jogos eletrônicos como o Wii e o PS3 e muitos outros dispositivos.

O resultado prático destas e de outras inovações é que temos no mundo todo milhões e milhões de novos usuários, criando um novo ambiente, totalmente conectado e que funciona em tempo real. Os novos usuários estão acostumados a ter resposta para tudo na hora em que precisam. Não faz mais sentido e nem é mais necessário ir a uma Biblioteca para consultar um determinado assunto. A biblioteca já está na rede… (2).

O que vem por aí?

A grande pergunta que paira no ar nos dias de hoje é “o que vem por aí?”… antiga pergunta, aliás, mas com uma nova conotação. A cada dia, cada uma daquelas milhares de empresas e empreendedores que citamos lá no início descobrem novos usos para a grande Nuvem. Não é exagero algum imaginar que ainda estamos na pré-história da Nuvem. Muito provavelmente, ainda estamos “pavimentando” os caminhos para os próximos anos.

Telecomunicações, Medicina, Política, Comércio, todas estas são áreas que sofrerão impacto nos próximos anos. Será possível utilizar mecanismos muito mais avançados para se comunicar com pessoas em qualquer lugar do mundo. Médicos também poderão diagnosticar e até mesmo operar pacientes a distância. Políticos farão campanhas inteiras virtuais. Um novo comércio surgirá, onde pessoas poderão comprar ítens confecionados especialmente para elas… carros, por exemplo, já podem ser encomendados “a la carte” em muitas montadoras.

Soluções como o backup online da Mozy (3) ou o ambiente operacional online da Glide (4) representam apenas o princípio de todo este novo mundo que está surgindo. Muito em breve veremos um aumento na velocidade da convergência entre Televisão (inclusive 3D), com rádio e comunicação.

Não me surpreenderia se em poucos anos o telefone que usamos hoje se transforme em uma peça de museu. Para nos comunicarmos, vamos usar sistemas sofisticados integrando voz, imagem, hologramas, compartilhando documentos e muito mais.

Fonte: http://fgfmendes.blogspot.com/2010/01/computacao-em-nuvem.html

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11.01.2010 | 01:01:12 | postado por: Nadja Mariel
Virtualização
Virtualização ganhará força em 2010

A consultoria Gartner estima que 55% de toda a nova carga de trabalho será feita em servidores virtuais este ano, ante 40% em 2009. Os analistas prevêem que, até o fim do ano, 24% da carga de trabalho estarão rodando virtualmente. A IDC projeta distribuição de 6,9 milhões de servidores neste ano, 6% a mais que em 2009, mas 16% a menos que em 2008, quando a atingiu 8,1 milhões.

Uma pesquisa realizada por Computerworld/EUA indica que 64% de 312 profissionais devem virtualizar mais servidores de suas empresas em 2010. Para hospedar servidores virtuais, usuários precisam de servidores físicos com processadores rápidos, mais memória e capacidade de rede e armazenamento expandida. Como resultado, fabricantes informam que estão vendo servidores saírem com todas as entradas de processador e memória preenchidas.

O diretor geral da empresa Media General, Mike Miller, diz que obstáculos para a virtualização já foram superados na companhia, e que servidores Citrix, além do Microsoft Exchange e aplicativos SQL estão sendo movidos para máquinas virtuais. “Não há nada que esteja além dos limites”, avalia.

A Media General já consolidou 250 servidores em máquinas virtuais rodando em 19 máquinas físicas. Milles diz que espera converter grande parte dos outros 400 servidores este ano. “Praticamente tudo está sendo virtualizado”, afirma Miller. Outros executivos de TI também estão concentrando esforços na virtualização.

Na Qualcomm, o diretor de TI, David Hewett, vai comprar tecnologias de processadores que melhorem o desempenho de servidores virtuais. Ele conta que a Qualcomm está de olho nos processadores Niagara de 16 núcleos da Sun Microsystems, assim como servidores que usam seis a oito núcleos da Intel.

Outras organizações estão comprando novos servidores para hospedarem desktops virtuais. No condado norte-americado de Seminole, o governo está migrando metade dos 197 servidores físicos para máquinas virtuais da VMware. O condado também planeja começar a virtualizar desktops em plataformas similares que rodem softwares da VMware. “Estamos tentando colocar o máximo de suporte possível no datacenter”, conta o diretor de TI de Seminole, Robert Beach.

Ano passado, a Media General comprou servidores equipados com duas entradas e processadores de quatro núcleos com 48 GB de RAM por menos de 5 mil dólares. Esses sistemas podem hospedar de 30 a 40 servidores virtuais. Este ano, Miller pretende comprar máquinas com processadores de seis núcleos e 64 GB de RAM que hospedam 50 servidores pelo mesmo preço.

Miller “provavelmente está certo” sobre quanto ele pode gastar, segundo o CTO da divisão empresarial da Dell, Paul Prince. As maiores tendências para 2010, segundo Prince, serão mais memória e processadores mais rápidos. Ele alerta que quando a TI vai de 20 servidores virtuais para 30, 50, 100 ou mais, os requerimentos começam a aumentar – e podem forçar as pessoas como Miller a aumentarem os gastos para além dos 5 mil dólares para terem servidores com mais memória.

Tecnicamente, um sistema com duas entradas com o chip Westmere, da Intel, pode suportar até 100 máquinas virtuais. Mas você quer chegar lá? “Em algum momento, você vai se perguntar quantos ovos quer no cesto”, observa Prince.

Muitas organizações com computadores de alto desempenho precisam confiar na InfiniBand como conexão de alta velocidade entre servidores. Isso pode mudar, segundo Prince. Com a queda do preço e a tecnologia se popularizando, ele espera que o uso da Ethernet de 10 Gigabit em ambientes de alto desempenho ganhe força. “Se você compra InfiniBand atualmente, talvez seja hora de mudar para Ethernet”.

Fonte:  Computerworld/EUA  jan/10

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16.11.2009 | 05:11:36 | postado por: Nadja Mariel
Data Center, Virtualização
Cloud computing ganha peso nas empresas

Nas grandes companhias, o cloud computing esta ganhando cada vez mais importância. Um estudo da F5 mostra que mais de 80 por cento dos responsáveis de TI estão já em fase de testes para implementações de plataformas de cloud computing, tanto públicas como privadas.

O estudo da F5 revela que os diretores de TI estão a adotar o cloud computing com a máxima força, sendo que metade dos perguntados pela consultora assegura que já realizou pelo menos a implementação de um cloud/virtual em sua empresa. O cloud computing está também ganhando terreno nos orçamentos das empresas, com 66 por cento das empresas participantes no estudo indicaram que já dedicaram parte significativa do seu orçamento disponível a iniciativas deste tipo. “Não é mais uma surpresa que as grandes empresas se sintam atraídas pelo cloud computing, dada a promessa de uma infra-estrutura de TI mais ágil e escalável e custos reduzidos”, diz Alceu Cheuiche. No entanto, este estudo mostra que, apesar do interesse pelo cloud computing, a adoção generalizada nas empresas está, na opinião do mesmo responsável, “dependente da resolução de problemas relacionados com o acesso, a segurança e o rendimento”.

Lembrando que as organizações migram para o cloud computing com o objetivo de aumentar a agilidade das suas TI, “é importante que entendam os componentes técnicos do novo modelo e a forma como este afetará a rede da empresa, antes de desenvolverem uma estratégia de implementação”, considera Cheuiche.
Uma das principais preocupações das empresas na hora de construírem as suas clouds tem a ver com o controlo de acessos, seguida da própria segurança da rede e da virtualização.

Apesar da adoção rápida do cloud computing/nuvem/virtual( a forma que acharmos melhor dizer) por parte das empresas, os perguntados mostraram durante a realização deste estudo não serem capazes de chegar a um entendimento unânime quanto à definição do termo. O inquérito examinou seis definições de cloud computing e descobriu que os participantes eram incapazes de escolher entre qualquer uma delas como “a exata”. No final, foi organizado um grupo composto por diretores de TI, arquitetos de rede e fornecedores de serviços cloud para determinar uma definição sólida deste termo, tendo-se concluído que é um estilo de informática em que os recursos escaláveis e frequentemente virtualizados são disponibilizados como um serviço. Os utilizadores não necessitam de ter um conhecimento, experiência ou controle sobre a infra-estrutura de tecnologia em cloud que os sustenta. Além disso, o cloud recorre a um modelo que permite um acesso de rede sempre disponível, prático e on demand a um fundo partilhado de recursos informáticos configuráveis, que podem ser disponibilizados rapidamente e implementados com um esforço mínimo de gestão ou de interação por parte do fornecedor de serviços.

Pode-se concluir, que o cloud computing vai mais além do SaaS, já que embora o Software como Serviço seja um componente importante do cloud computing, os inquiridos colocaram-no atrás do modelo de Plataforma como Serviço (PaaS) e Infra-estrutura como Serviço (IaaS), indicados pelos participantes no estudo da F5 como sendo os componentes mais importantes do cloud computing.

FONTE: ALCEU CHEUICHE – DIRETOR MKT/FINANCEIRO DATADROME e COMPUTEWORDS PORTUGAL.

 
 

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09.10.2009 | 06:10:21 | postado por: Nadja Mariel
Datanews
Datadrome apoiando projeto social de Boxe Olímpico

Com o intuito de estimular jovens carentes na construção de um futuro melhor, unimos esforços para ajudar uma equipe especial que treina boxe na academia Top Fitness, em Porto Alegre. O grupo formado por 5 adolescentes, com idades entre 15 e 17 anos, moradores da Vila Cruzeiro (a maior da capital gaúcha) conheceram o boxe através de uma iniciativa pessoal do treinador Wagner “Barão” Farias.

Admirando o esforço pessoal tanto do treinador como dos atletas, que praticam o boxe todos os dias com muita disciplina e dedicação além de serem estudantes exemplares,  Passamos a ajudar a equipe, fornecendo suplementação alimentar, os uniformes utilizados e camisetas promocionais, através das quais o grupo arrecada fundos para as viagens e competições.

Incentivador da idéia, Diogo Goebel, diretor de operações e tecnologia da Datadrome, fala mais sobre o projeto:

“Como praticante e espectador, conheço de perto as dificuldades enfrentadas pelo esporte amador. Essa gurizada treina na mesma academia que eu, na Top Fitness, em um espaço cedido a titulo de apoio por Eduardo Torelly, dono do local. Então passei a observar os treinos deles e fui me informando sobre resultados e como se dava o processo todo. Quando descobri que se tratava de um projeto social, das dificuldades que aquele grupo passava para poder treinar e, mesmo assim, treinavam duro todos os dias, nos sentimos na obrigação de fazer algo por eles. Vale qualquer esforço para dar aos jovens a possibilidade de vislumbrarem um futuro melhor.”

É a Datadrome dando um pequeno passo… Ajudando estes garotos a, quem sabe, trazer alguma medalha para o Brasil em 2016!


 
 

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06.10.2009 | 10:10:10 | postado por: Nadja Mariel
Data Center
Data center Virtual

Em tempos de consolidação e virtualização de servidores, o data center ganha eficiência, consome menos recursos e se adapta aos tempos de TI verde

O que os líderes de TI e as empresas que querem contratar serviços de data center podem esperar desse mercado? Um contínuo processo de modernização pode ser a melhor resposta para essa questão.Os fornecedores de data centers têm investido em soluções para consolidar e virtualizar servidores, storage e equipamentos de rede, além de apostar em sistemas blade e em tecnologias para reduzir o consumo de energia, uma preocupação que tem crescido na medida em que o conceito de TI verde avança.

A inquietação faz todo o sentido. Segundo dados do Gartner, um rack que há três anos consumia entre 2 mil e 3 mil watts de energia, hoje pode chegar a 30 mil watts, dependendo da quantidade de equipamentos empilhados. Com isso, estima-se que por volta de 2009 a conta de energia elétrica passará a ocupar o segundo lugar na lista dos custos operacionais em 70% dos data centers.

A onda de consolidação e virtualização dos servidores deve ajudar a resolver problemas como esse, de energia, ao criar novas formas de aproveitar a capacidade de processamento e evitar que máquinas sejam subutilizadas. A virtualização vai pautar a TI nos próximos anos, diz o Gartner, e as empresas que não se adaptarem ao conceito correm o risco de ver seus negócios atropelados pela concorrência.

O termo virtualização nasceu no tempo dos mainframes. Na atual versão para servidores e storage, um software permite que cada máquina real seja multiplicada em várias máquinas virtuais. Desse modo, as empresas conseguem enxergar a capacidade de processamento total disponível, independentemente do servidor. As aplicações não ficam restritas a um único computador e os usuários não percebem que estão compartilhando recursos.

De acordo com a demanda por processamento, o poder computacional pode ser deslocado de uma aplicação para outra. Há, assim, uma economia em recursos físicos para servidores, já que o consumo torna-se compartilhado. “A consolidação resolve bem o passado e a virtualização prepara as máquinas para o futuro”, afirma André Vilela, diretor de soluções corporativas da Unisys América Latina.

Fonte: INFO Online/Guilherme Pavarin

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24.09.2009 | 05:09:19 | postado por: Nadja Mariel
Tecnologia
CGI.br cria código que regulamenta e-mail marketing

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou o Código de Autorregulamentação para a Prática do E-mail Marketing (Capem). Pela primeira vez, o documento, além de formalizar a prática, tem como objetivo torná-la mais profissional e eficiente.

Jaime Wagner, conselheiro representante dos provedores de acesso e conteúdo da internet do CGI.br, conta que é a primeira vez que se cria uma separação clara entre publicidade via e-mail e mensagens eletrônicas indesejadas (spams). Segundo ele, o código contribui para que as agências de publicidade criem departamentos de e-mail marketing.

A principal regra presente no Capem é a que estabelece, para que uma pessoa receba publicidade em sua caixa de de correio eletrônico, que o anunciante envie mensagens prévias de comprovação de relações comerciais com o destinatário, deixando sempre visíveis duas opções de descadastramento do endereço eletrônico, um link e uma outra forma de comunicação com a empresa.

O código está sendo discutido desde maio do ano passado por diversas entidades do setor e usuários. O CGI.br calcula que as primeiras sanções já poderão ser aplicadas em 2010.

Fonte:http://www.teletime.com.br

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23.09.2009 | 05:09:38 | postado por: Nadja Mariel
Datanews
Datadrome e Alfamídia juntas

Sempre preocupados com a qualificação dos nossoas profissionais e do mercado como um todo, firmamos um contrato de qualificação mútua com a Alfamídia, empresa de treinamentos para Web Design e Design Gráfico.

O objetivo da parceria é melhorar a infraestrutura oferecida e compartilhar conhecimento sobre o mercado de TI em busca da formação de profissionais mais completos.

Entramos com a infraestrutura de Hosting Dedicado, nosso conhecimento técnico e com a nossa experiência em data center e hospedagem web. A Alfamídia, por sua vez, oferecerá treinamento à equipe Datadrome e espaço para a empresa interagir com os alunos, grupo composto por estudantes em formação e profissionais de mercado.

Marcos Valério, diretor de marketing da Alfamídia, fala do projeto: “Nosso foco com essas mudanças, que incluirão ações em outras áreas, é reforçar a ideia de profissionalismo, no sentido de oferecer uma formação pessoal completa aos alunos e serviços qualificados ao mercado corporativo.”

 
 

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11.09.2009 | 11:09:44 | postado por: Nadja Mariel
Virtualização
Solução que facilita a virtualização de desktops (VDI)

A Quest Software, um dos principais fornecedores de soluções de gerenciamento de aplicações, banco de dados e ambiente Windows, anuncia a nova versão do vWorkspace, solução para gerenciamento de desktops virtuais.

Além de permitir uma rápida implementação de desktops virtuais, o Quest vWorkspace reduz os requisitos de capacidade de armazenamento em pelo menos 50%. Isso acontece graças à integração total entre esta plataforma e o NetApp®, solução virtual de storage que opera por meio da tecnologia NetApp FlexClone®, de clonagem instantânea.

“O vWorkspace está com uma interface ainda mais amigável, o que facilita a experiência de usuário; a soma de tantos recursos permite que os gestores de TI provisionem milhares de desktops virtuais em minutos, em vez de horas; isso acelera a substituição dos desktops físicos tradicionais pela nova plataforma virtualizada”, destaca Alexandre Duarte, gerente de tecnologia da Quest Software.

VDI, Blade PC e Terminal Services

Duas vezes vencedor do 2008 SYS-CON Virtualization Journal Readers’ Choice Awards e um dos finalistas do concurso Best of VMworld 2008, a nova versão do vWorkspace fortalece sua liderança no mercado. Ele agrega a distribuição de aplicações e implementação de desktops a partir de qualquer plataforma de virtualização, Blade PCs, e Terminal Services, proporcionando gerenciamento de desktops com qualidade empresarial e transformando a infra-estrutura corporativa de desktops em um serviço sob demanda, com uma experiência de usuário otimizada para implementações de LANs e WANs.

A grande meta do Quest vWorkspace é simplificar e diminuir os recursos exigidos para implementar um ambiente virtual. A tecnologia NetApp FlexClone replica volumes de dados e conjuntos de informações instantaneamente em cópias transparentes e virtuais, tudo isso sem comprometer o desempenho. “Ao poupar espaço com custo operacional mínimo, o FlexClone permite que as empresas criem todos os clones necessários para otimizar a produtividade de seu ambiente VDI. A integração das duas tecnologias oferece valor significativo às organizações, e aceleram o time-to-value”, resume Patrick Rogers, vice-presidente de marketing de soluções da NetApp.

Um dos desafios para a adoção do VDI pelo usuário é reduzir as diferenças entre o computador físico antigo e um novo desktop virtual. É neste contexto que a versão mais recente do vWorkspace surge como um aliado precioso, facilitando este tipo de implementação.

Para isso, a nova versão da solução oferece:

· Suporte Multi-monitor Aprimorado – virtualmente, qualquer nível de orientação e resolução de monitor pode agora ser suportado

· Aceleração Gráfica Aprimorada – maior velocidade de apresentação e qualidade de gráficos em todas as aplicações, navegadores, vídeos, essencialmente qualquer representação gráfica no desktop

· Suporte a Dispositivo USB Aprimorado – suporte aprimorado para dispositivos USB de áudio e vídeo, bem como maior controle de gerenciamento de dispositivos admitidos

Fonte: www.tinews.com.br

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03.09.2009 | 02:09:57 | postado por: Nadja Mariel
Tecnologia
A internet apagando as velinhas

Há quarenta anos, não mais do que vinte pessoas se reuniram em um laboratório de Kleinrock, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a fim de assistir dois computadores passando dados volumosos por meio de um cabo cinzento de cinco metros. Para muitos, era o nascimento da internet: um teste da uma rede militar Arpanet, motivado pela Guerra Fria.

A consolidação de uma rede de computadores ocorreu poucas semanas depois, em 29 de outubro, quando pesquisadores fizeram o servidor da universidade transmitir dados para outro servidor localizado 630 quilômetros ao norte, no Instituto de Pesquisa de Stanford.

As múltiplas redes só começaram a surgir anos adiante, na década de 1970, com a chegada dos protocolos TCP/IP. Os e-mails vieram logo em seguida, antes da virada para 1980. Apesar de já existirem os sufixos padronizados “.com” e “.org”, quase ninguém usava a ferramenta de comunicação e poucos sabiam o significado da palavra “internet”.

O cenário começou a mudar em 1989, com a chegada do WWW (World Wide Web), uma plataforma interativa criada por Tim Berners-Lee a partir da junção do hipertexto com a prática dos protocolos TCP e DNS. Dali em diante, a internet se tornou algo popular, sendo, enfim, chamada pelo próprio nome.

Ninguém imaginaria, porém, que, em menos de vinte anos, o número de pessoas conectadas chegaria a 1,5 bilhão. Neste meio tempo, seres humanos viraram “internautas” ou “usuários”, que passam cada vez mais horas em frente aos computadores, muitas vezes calados, mas emitindo e recebendo informações como nunca.

Além de notícias, da interatividade e da comunicação em tempo real, os internautas encontraram uma nova forma de entretenimento e de cultura. Para a revolta da indústria, o modo de consumir música e cinema mudou com a chegada do Napster e de muitos indexadores de BitTorrent, dos quais ainda sobrevivem Mininova e The Pirate Bay, entre outros.

“O grande dilema da internet nos próximos anos é se ficará como um espaço de liberdade, presente nos ideais de seus criadores desde o começo, ou se retrocederá a um espaço controlado”, diz Marcelo Branco, coordenador do projeto Software Livre Brasil e diretor do Campus Party.

As empresas de hoje, segundo Branco, precisam se readaptar ao modelo libertário da internet. “Não só as empresas de tecnologia, mas todas têm o grande desafio de abertura. No mundo da internet, os valores mudaram. Elas precisam se abrir se quiserem aproveitar o espaço, como é o caso do Google, por exemplo”, explica Marcelo Branco

O mundo parece viver uma época de transição e, como aconteceu nas décadas de 60, 70, 80 e 90, ninguém sabe prever o que mais a internet poderá trazer nos próximos anos. Se virão mais revoluções, interferências e invasões maliciosas, somente ela, a própria internet, poderá nos dizer. Uma coisa é quase certa: o spam continuará a existir.

Fonte: INFO Online/Guilherme Pavarin
Publicada em 02 de setembro de 2009

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29.07.2009 | 06:07:42 | postado por: Nadja Mariel
segurança
DTD e-mail Seguro x Lixo Eletronico

Não é novidade pra ninguem que a  maioria dos e-mails que recebemos diariamente são spams  e com eles perdemos um bom tempo limpando nossa caixa de entrada.

Para facilitar esse processo criamos o DTD e-mail Seguro que atua como firewall eliminando com 98.5% de eficiência os e-mails indesejados. O programa possui 2 antivírus inclusos – Kaspersky e ClamAV, quarentena de usuário com relatório direto na caixa postal, acesso administrativo por domínio, além de um relatório enviado por e-mail.

Filtrando e eliminando automaticamente os e-mails indesejados nossos clientes ganham aumento na produtividade além de  reduzir gastos com infraestrutura. Em conversa com Reginaldo Lemes, Gerente de TI da Consulati, ele relata: “ O DTD e-mail seguro agiliza e assegura ainda mais os processos diários, aumentando a produtividade e contribuindo no resultado final de cada colaborador e da empresa como um todo.”

Para os interessados em conhecer nossa ferramenta, agora nos meses de julho e agosto é a oportunidade ideal pois estamos com uma promoção que oferece a primeira mensalidade grátis para  este produto.

Mais informações no nosso site.

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